Segunda-feira, 23 de abril de 2018
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Confira as manchetes desta terça-feira dos principais jornais do país

Reforma trabalhista e gastos da União são destaques

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O ESTADO DE S.PAULO

Para comissão do TST, parte da reforma só vale para contrato novo

Com o argumento de que a reforma trabalhista não pode retirar direitos adquiridos do trabalhador, uma comissão formada por ministros do TST avaliou que alguns pontos das novas regras valem apenas para novos contratos, feitos a partir de 11 de novembro, quando as mudanças começaram a valer. Empregadores criticaram o entendimento dos ministros, enquanto sindicatos receberam bem o documento.

O GLOBO

Rio tem 378 pontos críticos de enchentes

O Centro de Operações Rio (COR), que monitora a cidade e integra os órgãos que atuam na redução do impacto das chuvas de verão, mapeou 378 pontos com maior risco de alagamento e deslizamentos de encostas. Entre as áreas mais sujeitas a inundações estão as ruas Jardim Botânico e do Catete, o entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas e as avenidas Brasil, Maracanã e Ayrton Senna.

FOLHA DE S.PAULO

União gastou R$ 40 bilhões com estatais em dois anos

O governo federal direcionou mais de R$ 40 bilhões para suas estatais nos dois últimos anos, de acordo com levantamento feito pelo IFI (Instituição Fiscal Independente), do Senado, que inclui 149 empresas. Dessas, 18 são financeiramente dependentes, e 131, independentes —possuem mais autonomia em relação ao governo para se manter.

CORREIO BRAZILIENSE

O BBB está míope

O sistema de monitoramento eletrônico que vigia a capital federal desde os anos 2000, apelidado de Big Brother Brasília, e que teve o auge em 2014, com a Copa do Mundo, sofre com o sucateamento. Das 453 câmeras, apenas 70 funcionam atualmente. Ou seja, quase 85% dos equipamentos estão desativados por falta de pagamento e problemas no contrato com a empresa responsável.

VALOR ECONÔMICO

Temer recua e decide adiar mudança na ‘regra de ouro’

O governo desistiu de propor ao Congresso, neste momento, a mudança da “regra de ouro” das contas públicas. Inscrito na Constituição, o dispositivo proíbe que a União, os Estados e os municípios realizem operação de crédito num montante superior ao volume de investimento previsto no orçamento.



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