Medida autoriza exportações da carne com certificados emitidos antes do dia 3 de setembro

Demais exportações continuam vetadas ao país asiático devido aos casos de vaca louca

| CORREIO DO ESTADO / KARINE ALENCAR


Embargo da carne - Arquivo/Tânia Rêgo/Agência Brasil

Com novas alterações, uma trégua parcial voltou a permitir as exportações de carne bovina à China. Tal medida foi motivo de comemoração na manhã desta terça-feira (23), por pecuaristas que lutavam contra o embargo.  

A ministra de Agricultura, pecuária e Abastecimento do Brasil, Tereza Cristina, usou suas redes sociais para dar a boa nova à classe que já completa 80 vetada da atividade de exportações.

'Hoje temos uma notícia importante para o setor pecuário brasileiro, (AGC) Administração Geral de Alfândegas da China, comunicou a nossa embaixada em Pequim, a autorização da entrada dos containers de carne brasileira com o certificado sanitário internacional emitido até o dia (3) de setembro de 2021. Continuamos as negociações para a retomada das exportações da carne brasileira para aquele país', comemorou.

Diante da alteração, lotes com certificados antes do dia 4 de setembro deste ano, quando se foram notificados dois casos da doença 'vaca louca', nas regiões do Mato Grosso e em Minas Gerais, ficam autorizados a realizarem a venda.

Demais exportações continuam vetadas ao país asiático. A China é o principal destino da carne bovina do Brasil, e possui um poder de compra cotado em 2 milhões de toneladas que o país exporta.  

Desde o ínício do embargo, as vendas  de carne do Brasil apresentaram queda de 43% em outubro, para 108,6 mil toneladas, na comparação com igual mês do ano passado.

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