Representantes das entidades ligadas ao agronegócio de Mato Grosso do Sul receberam positivamente a notícia da confirmação da deputada federal Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias (DEM) como ministra da Agricultura no governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL). A avaliação é de que, no futuro cargo, a hoje parlamentar ajudará na solução de desafios para o setor rural no Estado e no país.

“Recebi a notícia com grande alegria. Além de se tratar de uma parlamentar que faz um trabalho excepcional, sempre participando de questões ligadas ao nosso setor, contatamos que sua importante atuação na Câmara Federal foi reconhecida”, afirmou Maurício Saito, presidente da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul), da qual Tereza já foi dirigente. Segundo ele, “a deputada sempre foi muito receptiva não só à Famasul, mas a todas as federações do setor”.

 

A expectativa, prosseguiu Saito, é que Tereza ajudará no desenrolar de “uma grande pauta para o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul e do país”, na qual ele enxerga desafios de médio, curto e longo prazos. “Temos o plano de erradicação da febre aftosa, importante para quem conhece a realidade de nossa pecuária a fim de que seja implementado; a infraestrutura e logística que, como ministra, pode fazer gestões intensas com outros órgãos do governo federal para que tenhamos uma boa leitura da futura gestão sobre a importância de se renovar o transporte, a armazenagem. São pautas imensas, mas que sem dúvidas essa nova leitora do governo de encarar desafios transformará em causas produtivas”, disse.

Presidente da Aprosoja-MS (Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul), Juliano Schmaedecke também comemorou a escolha. “É de extrema importância uma representante sul-mato-grossense na pasta do agronegócio. A deputada certamente poderá fazer ainda mais pelo setor e somará muito para o agronegócio”, destacou, via assessoria. Da mesma forma, Ruy Fachini Filho, presidente do Sindicato Rural de Campo Grande, afirmou que Tereza Cristina “fará muito pela agropecuária brasileira” no novo cargo. Ele lembrou que a futura ministra é assonada e foi ex-diretora da entidade, sndo reconhecida “pelo empenho ao agronegócio sul-mato-grossense”.

Antecessora – Já o secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, Jaime Verruck, destacou receber “com muita satisfação” a notícia da escolha, por Bolsonaro, de Tereza Cristina para o Ministério da Agricultura. “Tereza, antes de ser eleita parlamentar por Mato Grosso do Sul, teve uma trajetória brilhante à frente da antiga Seprotur, órgão estadual que foi um dos embriões da Semagro”, disse, lembrando ainda que ela foi indicada pela FPA (Frente Parlamentar do Agronegócio), tendo “know how, experiência político-administrativa e um excelente trâmite junto o setor produtivo”.

“Tenho certeza de que ela terá êxito em seu trabalho. Mato Grosso do Sul sente orgulho, pois está muito bem representado”, complementou Verruck.

A indicação de Tereza Cristina foi feita pela FPA na tarde desta quarta-feira e, horas depois, anunciada via Twitter por Bolsonaro. Em seu primeiro mandato, a deputada federal chegou ao comando da Frente do Agronegócio diante de uma atuação firme em favor do setor.

Vai Twitter, Bolsonaro confirmou indicação de nova ministra. (Imagem: Reprodução)

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