Mãe de bebê que tomou vodca deixou outro filho com vizinho por 45 dias

A mãe não trabalha e vive com benefício do Loas (Lei Orgânica da Assistência Social) do bebê, que tem paralisia cerebral

| CAMPO GRANDE NEWS / VIVIANE OLIVEIRA E BRUNA PASCHE


Caso é investigado pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Foto: arquivo/campo Grande News)

A mãe do menino de 2 anos, socorrido bêbado por tomar bebida alcoólica e inalar fumaça de maconha no domingo (6), já havia perdido a guarda de um dos filhos por abandoná-lo na casa de um vizinho. O caso aconteceu há 5 anos. 

Em 2014, conforme a delegada Anne Karine, da Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente), a mulher de 32 anos, à época com quatro filhos, deixou um deles, de 11 anos, na casa de um vizinho dizendo que já voltaria.

No entanto, conforme a delegada, a mulher desapareceu. Após 45 dias sem ter notícia da mãe da criança, o vizinho acionou a polícia e o menino foi levado para um abrigo. Segundo a polícia, a mãe não tem problemas com o alcoolismo, nem com drogas, mas é negligente e durante depoimento não demonstrou arrependimento. “Em nenhum momento ela mostrou preocupação ou arrependimento', diz a delegada.

A mulher tem cinco filhos e já perdeu a guarda de um deles. Outros dois foram retirados dela e estão em um abrigo da cidade. Na terça-feira (8), o bebê e a menina de 11 anos, que ainda estavam sob a guarda da mãe, foram levados pelo Conselho Tutelar após mais um caso de abandono e maus tratos. Ela saiu para beber e o bebê ficou na companhia da irmã de 11 anos, que fuma maconha, e de mais três adolescentes.

“Os adolescentes relataram que o bebê não inalou fumaça de maconha, mas fumou cigarro. Eles não tiraram o cigarro do menino porque acharam engraçado. A delegada acredita que o bebê tomou a vodca com energético porque estava como fome, pois havia passado o dia sem comer. Os adolescentes também serão responsabilizados pelo fato.

A mãe não trabalha e vive com benefício do Loas (Lei Orgânica da Assistência Social) do bebê, que tem paralisia cerebral. Por envolver crianças. O nome da mulher é preservado por imposição do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). A mulher foi indiciada por maus-tratos (com aumento de pena por envolver menores de 14 anos) e abandono de incapaz. Ela disse à polícia, que não tem controle sobre a filha de 11 anos. Já a menina confirmou que consome bebida alcoólica, vai para baile funk e fuma maconha com o consentimento da mãe. 

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