Campo Grande lidera seleção nacional de projetos sobre saúde e clima
MS teve quatro propostas aprovadas em programa do Ministério da Saúde; Capital aparece em três delas
| KAMILA ALCâNTARA / CAMPO GRANDE NEWS
Mato Grosso do Sul teve quatro projetos selecionados no resultado final do PET-Saúde: Clima, programa do Ministério da Saúde voltado à formação de profissionais e ao enfrentamento dos impactos das mudanças climáticas na saúde pública. A lista foi publicada no DOU (Diário Oficial da União) desta quarta-feira (17).
O principal destaque é Campo Grande, que aparece com o projeto mais bem colocado da seleção nacional. A proposta “Saber Local, Resiliência Coletiva: PET-Saúde Clima na Fronteira das Vulnerabilidades Urbanas de Campo Grande-MS' ficou em 1º lugar. O projeto é uma parceria entre a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande) e a UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul).
Além do primeiro colocado, a Capital teve outros dois projetos aprovados. Em 26º lugar, aparece a proposta “Abordagem territorial das leishmanioses no município de Campo Grande-MS: integração da vigilância em saúde, cuidado e comunicação no contexto das mudanças climáticas', desenvolvida pela Sesau em parceria com a UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul).
Já na 94ª colocação está o projeto “Equidade em saúde frente às emergências climáticas: formação interprofissional e integração ensino-serviço-comunidade no SUS em Campo Grande, MS', também vinculado à Sesau, em parceria com o Centro Universitário Unigran Capital.
Três Lagoas também aparece na lista, com o projeto “Mudanças Climáticas e Equidade em Saúde: Formação e Intervenção', classificado em 108º lugar. A proposta envolve a Secretaria Municipal de Saúde de Três Lagoas, a UFMS e o IFMS (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul).
O PET-Saúde aproxima estudantes, professores e trabalhadores da rede pública em atividades práticas dentro do SUS (Sistema Único de Saúde). Nesta edição, o foco está na relação entre saúde e clima, incluindo os efeitos de eventos extremos, vulnerabilidades urbanas, doenças relacionadas ao ambiente e preparação dos serviços públicos para lidar com esses impactos.
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