'Não tem assassinos, o que tem é uma situação de tragédia', diz deputada sobre acidente com genro

| DOURADOSNEWS / ANDRé BENTO


Deputada estadual Mara Caseiro (PSDB) falou na sessão de hoje sobre o acidente envolvendo o genro - Crédito: Reprodução / TV Alems

“Não tem assassinos, o que tem é uma situação de tragédia, um infortúnio nas vidas dessas famílias”. Essa declaração foi feita pela deputada estadual Mara Caseiro (PSDB) na sessão desta terça-feira (4) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul sobre o acidente fatal envolvendo seu genro, Nivaldo Thiago Filho de Souza, de 36 anos. 

Servidor público estadual, ele é apontado como piloto da lancha que neste final de semana colidiu contra o barco onde estava Carlos Américo Duarte, de 59 anos, o ‘Carlão’, vítima da colisão ocorrida no encontro dos rios Aquidauana e Miranda. 

Segundo a parlamentar, o caso deverá ser julgado com imparcialidade pela Justiça e neste momento o que pode ser feito é prestar solidariedade à família que perdeu um ente. 

“Ali não tinha ninguém querendo causar prejuízo para ninguém. Eram famílias querendo momentos de felicidade. Mas infelizmente e acabou terminando esse sábado que deveria ser de felicidade em momento de tristeza para as famílias envolvidas na tragédia”, disse.

Mara Caseiro disse que estava em Rio Brilhante ouvindo demandas dos moradores quando soube da ocorrência envolvendo a embarcação na qual estavam sua filha, o genro e meus netos. 

“Imediatamente parei e volte para Campo Grande e partir daquele momento nossa vida se transformou em um calvário por se envolver nessa tragédia”, revelou. 

Repetidas vezes, a deputada afirmou que a justiça vai ser feita. “Tudo que aconteceu naquele momento vai ser apurado pela justiça com imparcialidade e que seja realmente tirado dali o que realmente aconteceu. Que seja apurado e quem tiver que pagar que pague à Justiça qualquer erro cometido. Não estou aqui para defender ninguém. Estou aqui para dizer que as famílias que se envolveram, todos nós estamos consternados. Me solidarizo à família que perdeu o ente querido, porque não temos como fazer mais nada”, prosseguiu. 

Ela alegou ainda que “todos estão comovidos, consternados e não sabendo exatamente o que fazer para mudar essa situação”. 

“Sei que a dor deles é maior que a nossa, mas nós também estamos sentindo muita dor no coração. Temos uma Justiça que vai fazer o julgamento, então vamos deixar que a Justiça julgue. Não tem assassinos, o que tem é uma situação de tragédia, um infortúnio na vida dessas famílias. O caso será julgado com imparcialidade e será apurado tudo que aconteceu naquele momento”, finalizou.

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